País

STOP anuncia nova manifestação de professores a 28 de janeiro

O coordenador do Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (STOP), André Pestana, durante a Passeata pela Escola Pública, em protesto, principalmente, pelo processo de seleção e recrutamento de professores, e a anteceder a reunião com a tutela, à chegada ao Ministério da Educação, em Lisboa
O coordenador do Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (STOP), André Pestana, durante a Passeata pela Escola Pública, em protesto, principalmente, pelo processo de seleção e recrutamento de professores, e a anteceder a reunião com a tutela, à chegada ao Ministério da Educação, em Lisboa
Tiago Petinga

O líder do STOP, André Pestana, lançou o repto para a mobilização: “Temos de encher Lisboa novamente antes de 01 de fevereiro”.

Loading...

O Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (STOP) anunciou hoje uma nova manifestação em Lisboa em 28 de janeiro, como resposta à convocatória do Ministério da Educação para a definição de serviços mínimos nas escolas.

Perante algumas centenas de pessoas, o líder do STOP, André Pestana, apelou para a adesão dos professores e do pessoal não docente e até dos polícias que vigiavam a concentração junto ao Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, antes de uma marcha, que o sindicato designou como 'passeata', até ao Ministério da Educação, onde decorreram hoje negociações entre Governo e sindicatos por causa das greves que têm abalado o funcionamento das escolas nas últimas semanas.

“Temos de encher Lisboa novamente. O nosso terreno é este”

Revelando que recebeu uma convocatória do Ministério para uma reunião esta tarde para discutir a existência de serviços mínimos a partir de 01 de fevereiro, André Pestana lançou o repto para a mobilização: "Temos de encher Lisboa novamente antes de 01 de fevereiro. Por isso, apontem: dia 28, sábado, antes de começarem os serviços mínimos, novamente do Marquês até ao Terreiro do Paço. O nosso terreno é este".

Os professores iniciaram em dezembro uma greve, tendo como principal reivindicação o fim da ideia de serem os diretores a escolher e contratar os professores para as escolas, mas também outras medidas que se traduzem em acabar com a precariedade, aumentos salariais e melhores condições de trabalho.

As greves foram retomadas no inicio do segundo período, estando neste momento a decorrer três diferentes greves organizadas por vários sindicados sem data de termino.

Últimas Notícias
Mais Vistos