Recusaram embarcar numa missão de acompanhamento e vigilância de um navio russo por falta de condições técnicas e de segurança, em março de 2023, na Madeira. A vida corre e o almirante, na época ,Chefe do Estado-Maior da Armada, que os acusou de desobediência está agora focado noutros objetivos.
Os 13 marinheiros continuam ao serviço da armada, mas em terra, e recusam comentar a eventual corrida de Gouveia e Melo à presidência da República.
“Os sargentos penalizarão, na sua consciência, quanto eleitores como qualquer eleitor poderá fazer. Obviamente que institucionalmente a Associação Nacional de Sargentos não tomará uma posição pública sobre uma eventual candidatura do Sr. Almirante à Presidência da República”, explica João Mata, presidente da Associação Nacional de Sargentos.
Em Fevereiro passado, o Ministério Público acusou os 13 marinheiros de insubordinação, alegando que o risco do NRP Mondego era baixo, embora admitindo que o navio tinha avaria.
A defesa ainda não decidiu se vai ou não avançar com abertura instrução e aponta dedo ao Ministério Público por ter nomeado uma perita, militar no ativo, para avaliar as condições do navio
Dois anos depois de terem recusado embarcar, são agora homenageados pela Associação de Sargentos.
