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Morte de militar da GNR: cães pisteiros ajudam nas operações de busca pelos tripulantes da lancha

Continuam em fuga os tripulantes da lancha de tráfico de droga que matou um militar da GNR e feriu três no rio Guadiana, na zona de Alcoutim. Está no terreno uma operação conjunta das autoridades de Portugal e Espanha, mas ainda não produziu qualquer resultado relevante.

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Em terra, durante a manhã desta quinta-feira, as equipas apeadas da GNR continuavam a bater as margens, com a ajuda de cães pisteiros.

Na zona do acidente, embarcações com mergulhadores, militares e elementos da Judiciária procuraram no rio algo que possa dar um rumo mais concreto à investigação. No lado espanhol, as autoridades continuam também em diligências, coordenadas com Portugal.

O número de suspeitos a monte continua por determinar. Podem ser até quatro. É pelo menos esse o número máximo da capacidade da lancha que, na madrugada de terça-feira, abalroou os homens da Unidade de Controlo Costeiro e Fronteiras da GNR, para escapar a uma tentativa de os intercetar.

No impacto, um militar teve morte imediata e outros três ficaram feridos.

A embarcação, que se suspeita tivesse estado envolvida num descarregamento de droga, acabou por se incendiar poucos depois do impacto. Foi abandonada pelos ocupantes, que continuam a monte.

Os destroços vão ser analisados na expectativa de haver vestígios que possam ajudar a chegar a respostas.

Não foi encontrada droga na zona, mas tudo indica que a embarcação estivesse ligada ao narcotráfico, vindo do norte de África.