- “As comunidades portuguesas no estrangeiro são um público que abraça. Podem não gostar de uma piada, mas estão a amar ter-te ali em palco”
- “Se pudesse ter o percurso de outro humorista escolheria o Daniel Sloss. Evitou a televisão e construiu um público enorme por todo o mundo”
- Mónica Vale de Gato: “No fim do espetáculo sou eu que faço as despesas da gota. Esgota-me criativamente, mas são dores de crescimento”
- Inês Aires Pereira: “Durante anos os homens identificavam-se em quem estava em palco, agora as mulheres também têm alguém a falar para elas”
- O melhores de 2025: Falsos Lentos, Assim Vamos Ter de Falar de Outra Maneira, Bom Partido e Ruído destacaram-se na comédia nacional
- “O Porchat acabou a primeira atuação no Coliseu de Lisboa e disse-me, emocionado: ‘Mesmo no Brasil nunca atuei para uma sala tão grande’”
- “Nunca achei graça a musicais, fui resistente até muito tarde. Arrastaram-me para ver “The Lion King” em Londres e fiquei fascinado”
- Herman José: “O Julio Iglesias um dia veio do Japão de propósito ao ‘Herman SIC’, fez o programa e seguiu para Miami. Nem foi a Madrid”
- Herman José: “Há muito humor preguiçoso que apanha boleia da juventude. São novos, giros, as pitinhas adoram e enchem salas legitimamente”
- Guilherme Geirinhas sobre Bom Partido: “Não tenho qualificações para questionar sobre o PSI-20, então pergunto se tratam a mulher por baby”
- Bumba na Fofinha: “Acho que vou falecer de forma trágica, sou demasiado distraída. Vou aparecer nas notícias pelos piores motivos”
- “O que torna o 'Taskmaster' muito acessível é a ideia de fazer algo estúpido, mas levá-lo demasiado a sério, como se fosse um desporto”