Memórias de Francisco Pinto Balsemão
- Um homem à frente do seu tempo: “Francisco Pinto Balsemão nunca foi uma ilha, sempre quis realizar-se com os outros e através dos outros”
- “Acho que a comunicação social é que tem de tratar-se a si própria para deixar o mundo melhor e a ela própria”
- “Hoje e sempre, a única obrigação moral que poderá ser exigida ao Homem é que procure deixar o Mundo melhor do que o encontrou”
- “Guardo do meu tempo de Presidente do ACP a mobilização dos Sócios com um objetivo: evitar que o ACP fosse assaltado pela baixa política”
- “Thatcher não admitia qualquer erro dos seus subordinados. Um entregou-lhe um documento e ela deu-lhe uma descompostura como nunca ouvi”
- Francisco Pinto Balsemão: “O inglês foi-me fundamental na vida política e profissional, na vivência e no alargar de horizontes sociais”
- Francisco Balsemão: “Não foi fácil o reinado de Pedro Norton como CEO da Impresa. Na batalha contra a Ongoing, deu-me uma ajuda fundamental”
- “Muitas das pessoas que trabalharam comigo tentaram 'vingar-se', lançando os seus próprios projetos. Todos ou quase todos falharam”
- “Durante o cavaquismo, a História do Partido passou a ser feita à boa maneira da Enciclopédia Soviética: saltava de Sá Carneiro para Cavaco”
- “Os partidos políticos são máquinas trituradoras e o PSD não é diferente, talvez até seja pior, por ser o mais português dos partidos”
- “Eu, quando vou às reuniões internacionais não bebo Whisky, nem Champagne, nem Chianti. Bebo Mateus Rosé!”
- “A 12 de agosto de 1982, às 19h, a revisão constitucional foi finalmente aprovada pela AR. Era uma meta que justificava eu estar no Governo”