Memórias de Francisco Pinto Balsemão
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“Acho que a comunicação social é que tem de tratar-se a si própria para deixar o mundo melhor e a ela própria”
Nasceu em Lisboa a 1 de setembro de 1937 e foi no jornalismo e na comunicação que, verdadeiramente, se encontrou a nível profissional: "Ainda hoje me considero jornalista. Tenho carteira profissional, tenho muito orgulho em tê-la, e tem o número 18" disse, em janeiro de 2023, o fundador do Expresso e da SIC ao diretor do semanário, João Vieira Pereira. Deixou-nos hoje, dia 21 de outubro de 2025
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Um homem à frente do seu tempo: “Francisco Pinto Balsemão nunca foi uma ilha, sempre quis realizar-se com os outros e através dos outros” “Acho que a comunicação social é que tem de tratar-se a si própria para deixar o mundo melhor e a ela própria” “Hoje e sempre, a única obrigação moral que poderá ser exigida ao Homem é que procure deixar o Mundo melhor do que o encontrou” “Guardo do meu tempo de Presidente do ACP a mobilização dos Sócios com um objetivo: evitar que o ACP fosse assaltado pela baixa política” “Thatcher não admitia qualquer erro dos seus subordinados. Um entregou-lhe um documento e ela deu-lhe uma descompostura como nunca ouvi” Francisco Pinto Balsemão: “O inglês foi-me fundamental na vida política e profissional, na vivência e no alargar de horizontes sociais” Francisco Balsemão: “Não foi fácil o reinado de Pedro Norton como CEO da Impresa. Na batalha contra a Ongoing, deu-me uma ajuda fundamental” “Muitas das pessoas que trabalharam comigo tentaram 'vingar-se', lançando os seus próprios projetos. Todos ou quase todos falharam” “Durante o cavaquismo, a História do Partido passou a ser feita à boa maneira da Enciclopédia Soviética: saltava de Sá Carneiro para Cavaco” “Os partidos políticos são máquinas trituradoras e o PSD não é diferente, talvez até seja pior, por ser o mais português dos partidos”
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