- Albano Jerónimo e o estado do mundo: “A empatia está cansada, o humor é um músculo, um ginásio físico”
- “Mr. Scorsese”. Porque é que um génio ganha um Óscar tão tarde? “Não respondeu a todas as perguntas, não fez cinema consensual”
- “A Duas Voltas”, uma série sobre as presidenciais de 1986: “Abriu-se um período histórico que parece ter acabado”
- José Pimentão e “Sean Combs: O Ajuste de Contas”: “Uma série de true crime onde um ícone é exemplo de uma enorme sucessão de porcaria”
- Será que há séries de Natal? “Sopranos”, “Friends”, “Art Attack” ou “Mr. Bean” dizem que sim
- As melhores séries do ano: “The Pitt”, “The Studio”, “Pluribus” ou “Severance 2”, quem leva a taça?
- Carolina Torres e o impacto de “Stranger Things”. “Era uma miúda estranha da Maia que ouvia Nirvana. A música salvou-me, tal como na série”
- Hugo van der Ding e “The Paper”, spinoff de “The Office”: “Todos os jornais fazem clickbait, não censuro, mas a série faz essa crítica”
- João Tordo e “O Monstro em Mim”: “As melhores histórias estão nos livros e esta série parece uma adaptação”
- “Vamos ver muitos jogos como 'Last of Us' a ser adaptados para o grande ecrã”
- “Se tiveres a patente de um boneco qualquer tens um filme, é ridículo. Não sei quem é o dono do Topo Gigio, mas vai enriquecer brevemente”
- “Aprendi com o Rogério Casanova que não há vergonha em ler um livro de 600 páginas em três dias desde que ninguém nos veja sem tomar banho”