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"Essencial": as decisões da CEO e as dúvidas sobre a gestão da TAP

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Estado injetou 3,2 mil milhões de euros na TAP.

A indemnização milionária dada pela TAP a Alexandra Reis levantou dúvidas sobre a gestão feita pela companhia aérea. Essa gestão é pública, feita com 3,2 mil milhões de euros dos contribuintes, que a atual administração tem usado com dois pesos e duas medidas, aumentos para as chefias e cortes para os trabalhadores.

Com a transição do privado para o público houve altas chefias que duplicaram salários de altas chefias, contratações para funções que já estavam ocupadas e saídas milionárias. A de Alexandra Reis causou a queda de um ministro e um secretário de Estado.

Ao mesmo tempo, o plano de reestruturação que continua em segredo, levou a reduções salariais a começar nos 25%.

Ao longo dos anos, a companhia nacional tem sido gerida ao sabor dos diferentes governos.

O Essencial desta quarta-feira à noite foi perceber o histórico da transportadora aérea nacional, o impacto de uma companhia de bandeira portuguesa na economia e como é gasto o dinheiro dos contribuintes, que já injetaram na TAP 3,2 mil milhões de euros.

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