Economia

Crise na TAP começa a ter efeitos colaterais. Duas empresas enfrentam despedimentos coletivos

Diogo Sentieiro

Diogo Sentieiro

Repórter de Imagem

A crise na TAP está a ter já consequências noutras empresas.

Duas empresas que fornecem o aeroporto de Lisboa estão a enfrentar despedimentos coletivos. Quase 200 pessoas vão ficar sem trabalho, o que levou a um protesto no aeroporto Humberto Delgado.

"Há qui pessoas que estão aqui há 30 anos a trabalhar e que hoje estão a ser despedidas com uma mão à frente e outra atrás", Vivalda Silva, dirigente Sindical do STAD, Sindicato dos Trabalhadores de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas e Actividades Diversas.

Os 116 trabalhadores abrangidos garantem que apresentaram soluções, mas que dizem que desde o início que a empresa planeou despedir.

Aos trabalhores da ISS Facility Services juntaram-se também os trabalhadores que a Securitas prevê despedir.

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  • O cartão amarelo que não se percebe 

    Opinião

    Despir a camisola aquando da celebração de um golo é proibido pelas leis de jogo. Penso que toda a gente sabe disso. Aliás, basta apenas que um qualquer jogador cubra a cabeça usando essa peça de equipamento para ser sancionado.

    Duarte Gomes