Economia

"Havia situações muito opacas no Novo Banco", diz ex-presidente

Eduardo Stock da Cunha foi ouvido na comissão de inquérito às perdas do banco.

A auditoria do Tribunal de Contas ao Novo Banco continua a provocar reações nos partidos. Rui Rio, líder do PSD, voltou a acusar o Governo de injetar dinheiro na instituição sem que as condições sejam conhecidas.

Fora o PS, os partidos uniram-se de um lado ao outro do hemiciclo para impedir, no último Orçamento do Estado, uma injeção de mais de 470 milhões de euros no Novo Banco. São os mesmos partidos que agora voltam a apontar o dedo ao Governo depois de serem conhecidas as conclusões da auditoria do Tribunal de Contas.

Na comissão de inquérito às perdas do banco, o ex-presidente Eduardo Stock da Cunha lembra que, quando chegou, em setembro de 2014, "havia situações muito opacas no Novo Banco que demoraram meses e meses a descobrir".

Na audição, confirmou também que, enquanto liderou o banco, aumentou a exposição do Novo Banco a três dos grandes devedores – um deles a Promovalor, de Luís Filipe Vieira. O presidente do Benfica vai ser ouvido no parlamento na próxima segunda-feira.

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