Economia

Novas tabelas de IRS: Governo quer menos descontos para proporcionar maior liquidez

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No próximo ano, serão aplicadas duas tabelas de retenção na fonte.

Em 2023, haverá duas tabelas de retenção na fonte no IRS: uma transitória entre janeiro e junho, outra de julho a dezembro. A ideia do Ministério das Finanças é dar mais liquidez às famílias ao fim do mês. A partir de janeiro, passam a estar isentos de imposto salários e pensões até 762 euros.

A ideia do Ministério das Finanças é fazer com que trabalhadores e reformados tenham mais dinheiro disponível no final do mês. Para isso, no próximo ano, serão aplicadas duas tabelas de retenção na fonte - uma tabela transitória, até julho, e um novo modelo de retenção.

Os salários e pensões até 762 euros passam a estar isentos de IRS. O teto sobe 52 euros para os trabalhadores e 42 no caso dos reformados, em relação às tabelas aplicadas em 2022.

Um indivíduo solteiro que recebe um salário bruto de 1350 euros, desconta atualmente 219 euros. Em janeiro, o imposto desce para 204 euro e, a partir de julho, passará para 194 euros - são menos 25 euros em descontos. Já um solteiro com um dependente e um salário de 850 euros, retém atualmente 57 euros. Em janeiro passará a 37 euro e, em julho, para apenas um euro - são menos 56 euros de descontos.

Na prática, ao descontar menos, terá menos reembolso ao final do ano, mas mais dinheiro ao final do mês.

As tabela de retenção na fonte transitória entra em vigor no dia 1 de janeiro, o mesmo dia em que o salário mínimo nacional sobe para os 760 euros.

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