O candidato do Chega à Câmara Municipal de Lisboa diz que, se Carlos Moedas não conseguir a maioria, terá de falar com o Chega. Bruno Mascarenhas acusa ainda João Ferreira, da CDU, de não contribuir em nada para a cidade.
A passagem do carro publicitário da CDU pela comitiva do Chega, ainda antes da chegada de Bruno Mascarenhas, era o presságio que antecipava o ataque do candidato do Chega:
"Espero que a CDU nem sequer eleja o vereador João Ferreira."
Numa arruada por S. Domingos de Benfica, Bruno Mascarenhas procura que as pessoas lhe deem força.
Bruno Mascarenhas reitera a impossibilidade de um acordo e garante que o Chega ou ganha ou é oposição.
A apresentação do programa eleitoral do Chega aconteceu no passado sábado, a oito dias da noite eleitoral. Bruno Mascarenhas justificou este atraso com o risco de ver copiadas várias das ideias do Chega e, por isso, decidiu mantê-las em segredo.
As sondagens dão o Chega como a terceira força política na corrida à câmara de Lisboa. Bruno Mascarenhas volta a congratular o trabalho próprio, mas valoriza a influência da figura central do partido, André Ventura.
O Chega promete assegurar rendas justas com T2 a 700 euros e redução da imigração ilegal em Lisboa em, pelo menos, 50% até 2029.
Dispara à esquerda e à direita, mas nesta bússola eleitoral quem manda é quem vota.
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