Confrontos no Irão

Onda de contestação no Irão já alastrou a todo o país e a várias cidades do mundo

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Manifestações no Irão motivadas pela morte de uma jovem detida por alegado uso indevido do véu islâmico arrastam-se há uma semana.

Pelo menos 50 mortos e centenas de detidos é o último balanço da onda de protestos no Irão. As manifestações arrastam-se há uma semana. Foram motivadas pela morte de uma jovem de 22 anos detida por alegado uso indevido do véu islâmico.

Os vídeos foram captados em várias cidades iranianas. Mostram as forças de segurança a usarem balas reais contra os manifestantes.

A Amnistia Internacional diz ter provas de disparos indiscriminados. As Nações Unidas apelam à contenção.

O presidente iraniano responde que há liberdade de expressão no país, mas defende que o governo não vai tolerar o que classifica como "atos de vandalismo".

Teerão acusa ainda os EUA de tentarem violar a soberania do país.

A reação surge depois de Washington ter autorizado tecnológicas norte-americanas a expandirem serviços de internet ao Irão como forma de contornarem as restrições impostas pela república islâmica.

Os protestos arrastam-se há mais de uma semana e já se estenderam às 31 províncias do país. Foram motivados pela morte de uma jovem de 22 anos detida por alegado uso indevido do véu islâmico.

A família fala em violência policial. As autoridades explicam que A morte foi causada por "Insuficiência cardíaca".

Do Iraque ao Chile, da Alemanha aos EUA, a onda de contestação já alastrou a várias cidades em todo o mundo.

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