Coronavírus

Covid-19 na Área Metropolitana de Lisboa. Governo fala em evolução positiva 

Covid-19 na Área Metropolitana de Lisboa. Governo fala em evolução positiva 

Situação de calamidade nas 19 freguesias avaliada na próxima semana.

Especial Coronavírus

O Governo diz que a situação na Área Metropolitana de Lisboa está a evoluir favoravelmente, mas por enquanto as 19 freguesias vão manter-se em situação de calamidade.

O Executivo esteve reunido esta tarde com os cinco municípios mais afetados pela Covid-19, na residência oficial do primeiro-ministro, em Lisboa.

No final do encontro, o ministro da Administração Interna elogiou a forma como tem sido gerida a pandemia nestas áreas.

"Comparando a última semana com as semanas anteriores, há uma evolução claramente positiva. Se compararmos os últimos 14 dias, igualmente, com as semanas anteriores, há uma evolução positiva nestes municípios, nestas 19 freguesias", afirmou Eduardo Cabrita.

A situação de calamidade nas 19 freguesias está prevista até 31 de julho e será reavaliada no Conselho de Ministros da próxima semana.

Portugal com duas mortes e 135 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas

A Direção-Geral da Saúde (DGS) anunciou esta segunda-feira a existência de 1.691 mortes e 48.771 casos de Covid-19 em Portugal, desde o início da pandemia.

O número de óbitos subiu, de domingo para esta segunda-feira, de 1.689 para 1.691, mais dois em relação a ontem, enquanto o número de infetados aumentou de 48.636 para 48.771, mais 135, o que corresponde a um aumento de 0,3%.

Há 454 doentes internados, mais 15 em relação a domingo, e 61 encontram-se em Unidades de Cuidados Intensivos, o mesmo número face ao último balanço.

O número de casos recuperados subiu de 33.369 para 33.547, mais 178.

Lisboa e Vale do Tejo, onde se têm registado vários surtos, regista hoje 24.369 casos, mais 108 mais do que ontem.

Risco de transmissão ao longo do tempo está a descer em todo o país

O índice de transmissão, o chamado RT, já está abaixo de 1, segundo os relatórios, de 12 a 16 de julho, do Instituto Ricardo Jorge.

Os últimos relatórios mostram ainda que o risco de transmissão ao longo do tempo está a descer em todo o país.