Coronavírus

Covid-19. Marcelo admite que vacinação pode durar até ao final de 2021 

MÁRIO CRUZ

"Não tenhamos ilusões, este é um processo lento, de muitos meses".

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O Presidente da República admite que a vacinação contra a covid-19 em Portugal pode só ficar concluída nos últimos meses do ano e pede aos portugueses para não terem ilusões.

Em entrevista ao Observador, Marcelo Rebelo de Sousa diz que é preciso não relaxar nas medidas de combate à pandemia em janeiro e fevereiro, mesmo que a vacina chegue ao país nos primeiros meses de 2021.

"Os milhões de portugueses que têm expectativa de serem vacinados não serão vacinados logo em janeiro ou fevereiro", disse.

Questionado sobre se está confiante no plano de vacinação em Portugal, que vai ser apresentado esta quinta-feira, o chefe de Estado diz que as "dificuldades são prévias ao plano de vacinação" de cada país.

O Presidente da República salienta ainda que as regras sanitárias, que estão atualmente em vigor e que prejudicam áreas como a restauração e o turismo, são fundamentais para estabilizar o número de contágios e diminuir o número de internados nos hospitais.

"Estas áreas estão a sofrer porque são atingidas brutalmente ao fim de semana ou á noite, por causa do recolher obrigatório", admite na entrevista ao Observador.

Portugal com mais 68 mortes e 3.384 casos de covid-19 nas últimas 24 horas

Portugal registou nas últimas 24 horas mais 3.384 casos de infeção e mais 68 mortes associadas à doença covid-19, segundo o boletim da Direção-Geral da Saúde desta quarta-feira.

Desde o início da pandemia morreram em Portugal 4.645 pessoas dos 303.846 casos de infeção confirmados.

Há mais 4 doentes internados nas Unidades de Cuidados Intensivos, totalizando 525. Em relação aos internamentos em enfermaria, há mais 63 pessoas internadas, totalizando agora 3.338.

  • Esqueçam o atrás...

    Tenham noção

    O recado de Rodrigo Guedes de Carvalho sobre redundâncias. Tenham noção que dizer ou escrever "há cinco anos atrás", "subir para cima" ou "descer para baixo" é desnecessário.

    SIC Notícias