O México vai receber 27 milhões de doses de vacinas, enviadas pelos Estados Unidos. Mas, na América do Sul, é o Brasil que continua a ser um dos países mais afetados pela pandemia da covid-19.
As restrições foram decretadas mas a população da maior cidade brasileira continua a amontoar-se nas ruas e a exigir poder trabalhar. Mesmo quando o preço para a desobediência civil é pesado: rutura do sistema de saúde de São Paulo.
A situação no Rio de Janeiro está mais longe da rutura, mas, para não se aproximar, as praias foram todas interditas.
Nos Estados Unidos, as medidas seguem no sentido oposto. O programa de vacinação do novo Presidente cumpriu os objetivos para 100 dias em metade do tempo. Por isso Los Angeles decidiu reabrir os cinemas.
Já o México está preocupado com as fronteiras da vacinação. O país vai receber 27 milhões de doses enviadas pelos Estados Unidos, uma forma de fazer a imunização para lá da lógica apenas nacional.
A OMS está preocupada com os números globais da pandemia. A semana passada foi a quarta semana consecutiva com aumento do número de novas infeções na maioria das regiões do mundo.
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