"Há elementos que mostram que os ataques travaram o avanço do EI", afirmou o comando num comunicado.
"Contudo, a situação de segurança no terreno permanece fluída, com o EI a tentar ganhar território e as milícias curdas a resistirem", acrescenta o texto.
Várias posições, edifícios, veículos e armamento dos extremistas sunitas foram destruídos nos ataques, que visaram "impedir o EI de receber reforços e abastecimentos (...) e de concentrar combatentes nas zonas controladas pelas forças curdas de Kobane", cidade do norte da Síria, junto à fronteira com a Turquia.
Um outro ataque atingiu uma pequena refinaria perto de Deir Ezzor (leste).
Os 'jihadistas' lançaram em meados de setembro uma ofensiva contra Kobane, controlando, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos, cerca de 40% da cidade.
Os responsáveis militares dos 22 países que integram a coligação internacional liderada pelos Estados Unidos reúnem-se hoje em Washington para definir uma estratégia comum contra os 'jihadistas'. O presidente norte-americano, Barack Obama, participa na reunião.
LUSA

