Greta Thunberg acusa os governos dos países de todo o mundo de não estarem a fazer o suficiente para acabar com a guerra em Gaza. A ativista aterrou esta tarde na Grécia, depois de ter sido deportada por Israel.
"Está a acontecer um genocídio à nossa frente. Um genocídio transmitido em direto nos nossos telemóveis. Ninguém tem o privilégio de dizer que não sabe o que está a acontecer. No futuro, ninguém poderá dizer que não sabia", apontou Greta Thunberg à chegada.
A ativista acrescentou, ainda, que "os Estados têm a obrigação legal de agir, de prevenir e de impedir um genocídio", pedindo aos governos para "acabar com a cumplicidade, fazer pressão e pôr fim às transferências de armas".
" Não vemos o mínimo dos nossos governos. Os nossos sistemas internacionais estão a trair os palestinianos", sublinhou ainda Greta Thunberg.
Mais de uma centenas de ativistas da flotilha, que chegaram a Istambul, contaram que foram "tratados como animais" pelas forças israelitas e denunciaram os abusos e maus-tratos a Greta Thundberg.
Vários ativistas descrevem que as autoridades israelitas submeteram Greta Thunberg a atos humilhantes como beijar a bandeira de Israel ou permanecer numa cela infestada por percevejos.
