Guerra Rússia-Ucrânia

Ataque a estação de comboios na Ucrânia "é a Rússia a provar que os ucranianos tinham razão"

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Mais de 20 civis morreram esta quarta-feira, Dia da Independência da Ucrânia, num ataque russo a uma estação de comboios. Germano Almeida, comentador da SIC, afirma que este ataque "entra para a lista das coisas mais graves, mais mortíferas, mais miseráveis que os russos fizeram"

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, assinalou os seis meses de guerra com a frase: "A Ucrânia mudou o mundo e esta guerra também". Germano Almeida, comentador da SIC, explica que ao referir isto, também disse que neste meio ano deu para perceber quem "são os verdadeiros amigos da Ucrânia" e que "não vai abdicar de um centímetro do território".

Os seis meses de guerra na Ucrânia ficam também marcados pelo anúncio de um novo pacote de ajudas dos EUA, de quase três mil milhões de euros, que será destinado a sistemas de defesa aérea, artilharia, munições e drones, como explica Germano Almeida. Também a União Europeia e a NATO mostraram um apoio incondicional à Ucrânia.

Esta quarta-feira, os Estados Unidos alertaram que Moscovo pode anunciar ainda esta semana um ou mais referendos “ilegítimos” em territórios ocupados pelas forças russas na Ucrânia, numa tentativa de justificar a anexação destas zonas pela Rússia.

Zelensky acusou a Rússia de um ataque a uma estação perto da central de Zaporíjia, que vitimou pelo menos 22 pessoas e mais de 50 ficaram feridas. Germano Almeida afirma que este ataque "entra para a lista das coisas mais graves, mais mortíferas, mais miseráveis que os russos fizeram".

É a Rússia a provar que os ucranianos e americanos tinham razão, que ontem era um dia que alvos civis podiam ser atacados.

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