Guerra Rússia-Ucrânia

"O momento é ucraniano", a reconquista de Kharkiv e a "humilhação russa"

Opinião

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O comentador Germano Almeida analisa os últimos desenvolvimentos da guerra na Ucrânia.

A contraofensiva ucraniana tem conseguido recuperar territórios. A reconquista de Kharkiv, a segunda principal cidade da Ucrânia, acontecer de forma “muito rápida” e espelhou a “humilhação russa”, já que as tropas de Moscovo retiraram-se desordenadamente, entende o comentador da SIC, Germano Almeida.

“O momento é ucraniano”, considera o comentador da SIC. As forças ucranianas conseguiram alterar a estratégia no campo de combate, o que lhes possibilitou a reconquista de territórios que estavam sob o domínio russo.

Izium foi uma das cidades recapturadas, na qual foram encontrados cerca de 450 corpos. Os russos estão a enfrentar sérias dificuldades, que não deixam transparecer, e voltam a desmentir, sem qualquer fundamento, o horror de Izium.

A central nuclear na região de Mykolaiv foi bombardeada, a 300 metros dos reatores. Isto mostra que se o russos quisessem, “podiam lançar o perigo nuclear e ameaçar do ponto de vista económico”, indica Germano Almeida.

Na semana passada decorreu a cimeira regional, que contou com a presença dos líderes da China, Rússia e Índia, em Uzebequistão.

"Nunca vimos Putin assim, numa posição defensiva e submissa em relação a Xi e ao primeiro-ministro Modi, que lhe disse que não era tempo para guerras. Para tentar contrapor que isso tenha corrido mal, Putin mandou Patrushev, o líder do Conselho de Segurança Nacional russo a Pequim, dizendo que a prioridade da política russa era a China".

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