Guerra Rússia-Ucrânia

Putin acha que “com o passar do tempo e com o rigor do inverno, os apoios do Ocidente vão ceder”

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Germano Almeida, comentador da SIC, analisa a guerra na Ucrânia.

A Rússia está focada em atingir infraestruturas de energia na Ucrânia. Esta segunda-feira foram lançados 55 mísseis-cruzeiro, a Ucrânia afirma terem sido travados pelas defesas antiaéreas 85%.

“Ao fazerem esses bombardeamentos, os russos mostram que têm a capacidade e têm mísseis-cruzeiro (…) As consequências são tremendas: cerca de ⅓ da capacidade hidroelétrica da Ucrânia está afetada. Ontem foi afetada a água - 80% da população de Kiev ficou ontem sem água.

O Presidente Volodymyr Zelensky diz que foram intercetados e destruídos 44 dos 55 mísseis russos.

Ataque a Mykolaiv

As tropas russas atacaram esta noite a cidade de Mykolaiv, no sul da Ucrânia. Foram disparados quatro mísseis que mataram pelo menos uma pessoa..

Os ataques destruíram prédios, uma escola e vários edifícios civis. Os serviços de emergência locais dizem que os bombardeamentos provocaram pelo menos dois incêndios no centro da cidade.

Putin aposta no colapso da ajuda do Ocidente

Putin acha que “com o passar do tempo e com o rigor do inverno, os apoios dos eleitorados dos países do Ocidente vão ceder”.

No entanto, Germano Almeida considera que, mesmo com o risco do desgaste da guerra, "continua a haver uma maioria muito significativa nos países ocidentais que a Ucrânia tem de ser ajudada".


Acordo dos cereais: “Putin nunca esteve de boa fé”

A Rússia diz que o acordo dos cereais está apenas suspenso e que será retomado quando estiver garantida a segurança dos navios russos no Mar Negro.

Quando Putin assinou os acordos de Istambul em junho “na verdade nunca esteve completamente de boa fé”.

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