Guerra Rússia-Ucrânia

Zelensky quer que NATO declare Rússia como estado terrorista

Zelensky quer que NATO declare Rússia como estado terrorista
Genya Savilov/AP

Ucrânia e Rússia continuam a trocar acusações sobre a responsabilidade dos ataques à central nuclear de Zaporíjia.

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, quer que os países da NATO declarem a Rússia como um estado terrorista.

Volodymyr Zelensky pede ainda que sejam tomadas ações concretas para ajudar a Ucrânia a alcançar a paz.

"Pedi à aliança que tomasse medidas concretas para implementar a fórmula de paz ucraniana que pode garantir, com confiança, a paz e a justiça para a Ucrânia e para toda a comunidade euro-atlântica. Também apelei a todos os parlamentos dos membros da NATO para que adotassem finalmente a decisão de reconhecer a Rússia como um estado terrorista. Acredito que alcançaremos gradualmente este resultado. É assim que a Rússia será vista no mundo".

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Apoio da União Europeia

O responsável agradeceu o apoio da União Europeia de 2,5 mil milhões de euros.

Nas redes sociais, Volodimyr Zelensky que diz que o dinheiro vai contribuir para a "estabilidade da Ucrânia", que se tem vindo a preparar para um "inverno difícil".

A Presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, garante que a União Europeia vai continuar a apoiar a Ucrânia o tempo que for preciso.

A firmou ainda que está a ser pensado um apoio de 18 mil milhões de euros para o próximo ano.

Ataque à central nuclear de Zaporíjia: continuam as trocas de acusações

O Presidente ucraniano e Moscovo continuam a trocar acusações sobre a responsabilidade dos ataques à central nuclear de Zaporíjia.

Volodymyr Zelensky quer que a Rússia retire todos os militares.

"A desmilitarização da central de Zaporíjia é muito importante".

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Já o porta-voz do Kremlin Dmitry Peskov acusa a forças ucranianas de bombardearem a central e de colocarem em risco a segurança nuclear.

"As forças ucranianas estão a agir de uma forma preocupante com uma ameaça nuclear, ambiental e de segurança para territórios muito extensos. Isto apenas nos pode causar uma grande preocupação. A Rússia continuará a dialogar com a Agência de Energia Atómica", afirmou.

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