Incêndios em Portugal

Fogo na Serra da Estrela: meios aéreos concentram-se na frente que continua a preocupar

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Mais de 1.600 operacionais, mais de 460 veículos e 11 meios aéreos mantêm-se no combate às chamas.

O incêndio na Serra da Estrela dura há sete dias e já se estendeu a cinco concelhos. A frente de fogo que, esta sexta-feira, tem preocupado mais as autoridades é a de Videmonte, uma localidade da Guarda.

A jornalista Patrícia Figueiredo está na freguesia e explica que “é nessa frente de fogo (...) onde os meios aéreos têm feito descargas sucessivas para conseguir conter essa frente”.

“Em toda esta zona onde o fogo passou durante o dia de ontem [quinta-feira] e durante esta madrugada [de sexta-feira] tem sido feito essencialmente trabalho de rescaldo (...). Veem-se várias equipas de bombeiros a fazer esse trabalho (...) para conter e prevenir possíveis reativações”, diz a repórter.

A jornalista explica que “estamos a falar de uma zona de povoamento florestal com muitos pinheiros e castanheiros e que acabou por ser destruída grande parte dela”.

“O presidente da junta [de freguesia] dizia-nos há pouco que a estimativa é de cerca de 2.000 hectares só nesta freguesia do concelho da Guarda”, adianta a repórter.

Patrícia Figueiredo dá conta de um novo foco de incêndio, durante esta sexta-feira, “no concelho da Covilhã, na Vila do Carvalho”. “Não foi um reacendimento. Acabou por ser resolvido em 45 minutos pelos bombeiros da Covilhã, com a ajuda de um meio aéreo”, acrescenta.

O incêndio já terá devastado cerca de 20 mil hectares.

Reativação em Freixo da Serra

Esta sexta-feira, surgiu uma reativação em Freixo da Serra, no concelho de Gouveia. A jornalista Diana Pinheiro explica que “[vemos] um fumo branco que nos dá a indicação de que já foram combatidas as chamas”.

“Uma reativação que até há pouco tempo deu muito trabalho, mas foi desde logo atacada pelos meios aéreos. Foram pelo menos quatro os que passaram a fazer descargas com muita frequência para conseguirem logo controlar”, adianta a repórter.

A jornalista diz que “vemos uma situação muito mais calma que contrasta muito com aquilo que se viveu ao longo do dia de ontem [quinta-feira]”.

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