Operação Marquês

Sócrates não fecha a porta a um regresso à política ativa e diz que vai fazer essa reflexão sozinho

Antigo líder do PS e ex-primeiro-ministro diz que a grande conclusão do dia é que um inocente foi preso e difamado durante sete anos.

José Sócrates não fecha a porta a um regresso à política ativa e diz que vai fazer essa reflexão sozinho.

O antigo líder do PS e ex-primeiro-ministro diz que a grande conclusão do dia é que um inocente foi preso e difamado durante sete anos e avisa que quer "uma reparação" por tudo o que passou.

O antigo primeiro-ministro José Sócrates (entre 2005 e 2011) e o empresário Carlos Santos Silva vão a julgamento no processo Operação Marquês por branqueamento de capitais e outros crimes.

Em causa, estão verbas de 1,72 milhões de euros entregues pelo empresário e alegado testa-de-ferro a Sócrates, que, segundo a decisão instrutória hoje lida pelo juiz Ivo Rosa no Campus da Justiça, em Lisboa, não configuram o crime de corrupção, por estar prescrito, mas implicam três crimes de branqueamento de capitais.

Além do branqueamento de capitais, Sócrates e Santos Silva estão pronunciados por três crimes de falsificação de documentos. O juíz Ivo Rosa decidiu, no entanto, não pronunciar José Sócrates por crimes de fraude fiscal.

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