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Covid-19. Autoagendamento da vacinação já está disponível para os 16 e 17 anos

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Há vagas disponíveis para o final da próxima semana.

No âmbito do cumprimento do Plano de Vacinação contra a covid-19 e tendo em conta bom ritmo de vacinação, informa-se que o autoagendamento para os utentes dos 16 aos 17 anos de idade está disponível a partir desta terça-feira, 3 de agosto, com vagas disponíveis para 14 e 15 de agosto.

A possibilidade de os jovens a partir dos 16 anos poderem autoagendar a toma da primeira dose da vacina contra o vírus SARS-CoV-2 surge uma semana depois de ter sido aberta a vacinação para a faixa etária dos 18 ou mais anos.

A modalidade de autoagendamento permite agendar a primeira dose da vacina contra a covid-19, podendo o utente escolher o local o dia da inoculação da vacina.

Relembra-se que as segundas doses não são autoagendadas e são sempre no local da primeira dose.

Na sequência da fase dois do plano de vacinação e de um maior número de vacinas recebidas por Portugal, o portal para autoagendamento entrou em funcionamento em 23 de abril para pessoas com 65 ou mais anos e, desde então, tem ficado disponível para marcações das faixas etárias dos 50, 40 e 30 e, mais recentemente, dos 20 anos.

Em julho, a ministra da Saúde disse que jovens com idade inferior a 18 anos deveriam começar a ser vacinados contra a covid-19 na última semana de agosto, se o Governo conseguisse manter o plano de vacinação previsto.

"Aquilo que nós estimamos é seguirmos este plano que temos e com as quantidades de vacinas a continuarem a chegarem-nos conseguirmos abrir na última semana de agosto vacinação para os menos de 18 [anos]", adiantou Marta Temido, na ocasião, em entrevista à TVI.

De acordo com a governante, a vacinação nos menores de 18 só seria possível só se fossem cumpridos os planos de vacinação.

"Neste momento, sabemos qual é o nosso contexto. Temos uma vacina que já tem uma indicação clara para os mais de 16 anos, temos um plano de vacinação que vai até aos 18 anos e continuamos apostados em proteger aqueles que são mais vulneráveis à doença grave e ao internamento", afirmou, ressalvando que o início do ano letivo não está em causa.

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