Vacinar Portugal

Gouveia e Melo sobre vacinação no Queimódromo: "Não posso dar confiança sem perceber o que falhou"

O vice-almirante explica que é preciso esperar pelo relatório que indica a origem do problema na cadeia de frio.

Depois de o Infarmed ter anunciado que a vacinação realizada no Queimódromo do Porto foi válida, o vice-almirante Gouveia e Melo mostrou-se “tranquilo” com a decisão.

“O Queimódromo tinha três fases de análise. Uma fase era a consequência sobre as pessoas, e isso deixa-me tranquilo porque era a fase com mais impacto. Depois são as fases procedimentais, que são as últimas duas, que estão a ser esclarecidas para que não volte a acontecer”, esclarece o vice-almirante durante a visita ao centro de vacinação da Guarda.

O coordenador da task force sublinhou, no entanto, que é preciso esperar pelo relatório que indica o que falhou na cadeia de frio para decidir se o local irá continuar a administrar vacinas.

“Eu não posso dar confiança sem perceber o que é que falhou. Porque posso estar a dar a confiança, não tendo olhado para o que falhou, e as mesmas razões porque falhou voltarem a repetir-se”, sublinha.

► Veja mais:

  • Confidentes de alunos e cúmplices de professores: o braço contínuo

    País

    Chamam-lhes “funcionários” porque funcionam. A expressão até parece sugerir que eles são os únicos que “funcionam”, dentro de uma escola. Acalmem-se os tolos. Significa apenas que os “assistentes operacionais”, ou “auxiliares de ação educativa”, títulos mais pomposos do que “contínuos” – expressão que estimo muito - são pau para toda a colher.

    Opinião

    Rui Correia

  • O planeta em que todos vivemos

    Futuro Hoje

    O Planeta Lourenço terá que ser ainda mais simples e eficaz na mensagem. É um risco. Frequentemente, quando me mostram aparelhos ou programas as coisas falham, é o que chamo de síndrome da demonstração. Mas isto acontece na vida real, é assim que vamos fazer.

    Opinião

    Lourenço Medeiros