Ser o primeiro filho, o do meio ou o mais novo continua a ser uma das explicações preferidas para diferenças de personalidade dentro das famílias. Aos irmãos mais velhos atribui-se responsabilidade e maturidade, aos mais novos irreverência ou espírito rebelde. Estas ideias atravessam gerações, mas o que diz a ciência? Até que ponto estas noções têm fundamento científico?