O distrito de Leiria foi o mais afetado pela tempestade e Pombal foi das cidades mais atingidas, sobretudo a zona industrial.
Ficou neste estado o complexo desportivo de Pombal, que acolhe as principais competições nacionais de atletismo de pista curta. Já não terá condições para abrir portas este inverno.
O pavilhão de pista coberta fica à saída da cidade, paredes-meias com a zona industrial, que a fúria da tempestade deixou praticamente irreconhecível.
De algumas fábricas só resta o esqueleto; de outras sobrou o recheio, quase tudo estragado. Para qualquer lado para onde se olhe há destruição e muita água.
Mas, à medida que se avança para Leiria, pelo IC2, também já se vislumbram trabalhos de reconstrução e equipas da E-REDES, que desafiam as alturas e lutam contra o tempo para tentar repor a normalidade.
Num distrito onde ainda há mais de 200 mil clientes sem eletricidade, só para aqui foram mobilizados centenas de homens, drones e até helicópteros para mapear os danos em áreas de difícil acesso.
É urgente repor a energia para que os serviços essenciais, água, luz e comunicações, possam voltar a funcionar em pleno.
