Em Alvaiázere, a tempestade atingiu praticamente todos os edifícios e empresas. Para minimizar os efeitos de próximas chuvas, há voluntários que estão a ajudar a proteger.
Todas as janelas de oportunidade, sem chuva, são aproveitadas para vedar o que os temporais deixaram à mercê. Empresários, filhos da terra, estabelecidos em Lisboa, regressaram carregados de ajuda e não mediram esforços.
Os ventos, que têm castigado Alvaiázere, enrolaram projetos de vida. Num armazém de móveis, ainda se tenta resguardar o que sobrou, com esperança na reconstrução. Já outras atividades terão de começar de novo.
A solidariedade que chegou pronta não está a ser acompanhada por material suficiente que lhe dê vazão.
O centro de saúde continua no pavilhão, para casos urgentes. As aulas estão suspensas e os 500 alunos só regressam à escola na segunda-feira.
