A invasão ao Capitólio, a 6 de janeiro, motivou o recém-empossado Presidente Joe Biden a avançar com uma estratégia contra o extremismo violento interno. O anúncio foi feito pela Casa Branca, no segundo dia de mandato do novo Chefe de Estado.
“O ataque ao Capitólio de 6 de janeiro e as mortes e destruição trágica decorrentes realçaram aquilo que já sabíamos. O aumento do extremismo violento interno é uma ameaça grave e progressiva à segurança nacional. A Administração Biden vai confrontar esta ameaça com os recursos e determinação necessários”, anunciou Jen Psaki, secretária da Imprensa da Casa Branca.
Foram anunciadas três áreas onde haverá intervenção contra o extremismo interno. A primeira consiste na incumbência de Biden, que foi entregue ao Gabinete dos Serviços de Informações esta sexta-feira e “na qual se solicita uma avaliação de ameaça extensiva, em coordenação com o FBI e a Segurança Interna, relativa ao extremismo violento interno”.
A Administração Biden pretende ainda criar “uma infraestrutura do Conselho de Segurança Nacional dedicada ao combate ao extremismo violento interno” e motivar a coordenação “de organismos do Governo Federal com vista a aumentar e acelerar os esforços de combate ao extremismo interno”.
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