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Sondagens antecipam vitória da extrema-direita em Itália

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Hoje é dia de reflexão em Itália para as eleições de domingo.

Giorgia Meloni, líder da extrema-direita é a principal favorita à vitória mas alguns partidos mais pequenos, do centro e da esquerda, têm vindo a ganhar apoios que podem mudar o cenário no Parlamento italiano. Há muitos indecisos e a abstenção deve aumentar.

Como em Portugal, também em Itália, este sábado, véspera das eleições, os candidatos não podem fazer campanha. É o chamado dia de reflexão para os mais de 51 milhões de eleitores. E, segundo as sondagens, há muitos, cerca de 30%, que ainda não sabem em quem vão votar ou, sequer, se vão votar.

Em causa estão os lugares de 400 deputados e 200 senadores e, claro, o novo governo de Roma. A esquerda fez os últimos comícios, esta sexta feira, na capital italiana.

As últimas sondagens, que em Itália, só se podem publicar até 2 semanas antes das eleições, já têm, portanto, mais de 15 dias. O que pode significar que não representam completamente as intenções de voto dos eleitores, neste momento.

Giorgia Meloni, líder dos Irmãos de Itália, o partido da extrema-direita, é a principal candidata á vitória. A coligação que formou com a Liga, de Matteo Salvini e a Forza Italia, de Silvio Berlusconi deve conseguir maioria no parlamento.

Mas há alguns partidos do centro e da esquerda que estão a ganhar espaço e que podem ajudar a reconfigurar o cenário político, fazendo com que a direita não consiga uma margem tão grande de votos.

Quanto à abstenção, que em Itália foi sempre muito baixa, mas que tem vindo a aumentar a cada eleição, os analistas dizem que este ano, pode passar dos 35%, o que seria um recorde absoluto no país. E uma demonstração clara da indiferença e descontentamento dos italianos.

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