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Eleições em Itália: líderes políticos cumprem dever cívico

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Giorgia Meloni guardou a ida às urnas para a última hora.

O líder do Partido Democrático italiano, e antigo chefe do Governo, Enrico Letta, foi um dos primeiros a votar nas eleições deste domingo. Votou em Roma, pouco depois da abertura das assembleias de voto e, como mandam as regras, não falou com a imprensa.

Se a votação correr como diziam as últimas sondagens, que em Itália só podem ser publicadas 15 dias antes das eleições, o Partido de Letta será o segundo mais votado.

Mas nos últimos dias de campanha havia muito otimismo no centro-esquerda e os democratas garantiam não terem perdido a esperança de serem os mais votados e poderem vir a formar Governo.

O líder do antigo parceiro de acordo governamental, Giuseppe Conte, também votou na capital. Conte, que também já foi chefe do Governo, espera que o Movimento 5 Estrelas, que lidera, não sofra uma hecatombe consiga ficar acima dos 14% que lhe davam as sondagens.

O Presidente da República votou em Palermo, na Sicília, e Mario Draghi, primeiro-ministro demissionário, votou durante a tarde, em Roma.

Mais a norte, em Milão, votaram Silvio Berlusconi, líder da Força Italia, e Matteo Salvini.

E, porque saber fazer-se esperar, às vezes, é uma arte, Giorgia Meloni, líder dos Irmãos de Itália, que as sondagens dão como favorito, decidiu que só vai votar às 22:00 (21:00 em Lisboa), uma hora antes das urnas fecharem.

O partido diz que havia demasiada gente logo de manhã no local onde Meloni vota e que, por isso, os italianos e o mundo terão de esperar para verem a candidata a primeira-ministra a cumprir o seu dever cívico.

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