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Nobel da Paz: "Uma escolha que premeia quem luta pelos direitos humanos e contesta ditaduras na Rússia e na Bielorrússia"

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A análise de Germano Almeida.

O Prémio Nobel da Paz foi hoje atribuído ao ativista Ales Bialiatski da Bielorrússia e duas organizações de direitos humanos, a ucraniana Centro para Liberdades Civis e a russa Memorial. O comentador da SIC Germano Almeida explica a importânica das escolhas.

"Há uma escolha que tem a ver com proteger e premiar quem, na Rússia e na Bielorrússia, lutou pelos direitos humanos e contestou sistemas ditatoriais".

"Premeia a coragem e a importância de, em sistemas como o da Rússia e o da Bielorrússia, a própria sociedade civil ter possibilidade, em situações muito difíceis, de reagir" e de lutar pelos direitos humanos e em prol da democracia.

Germano Almeida explica porque os vencedores do Nobel da Paz não podiam ser figuras como Aleixei Navalny, líder da oposição russa que está preso, ou Svetlana Tikhanovskaia, líder da oposição bielorrusa, no exílio.

"A escolha do Comité Nobel, dentro do tema defesa dos direitos humanos e contestação às ditaduras na Rússia e Bielorrússia, ditaduras agressivas e criminosas em função da guerra que lançaram na Europa, foi pela sociedade civil e não com cunho político".

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