Subiu para mais de 70 o número de mortos em Moçambique, depois da passagem de um o ciclone. Há centenas de feridos e milhares de desalojados. O temporal afetou quase 200 mil pessoas.
A ajuda tarda em chegar às regiões moçambicanas atingidas pelo ciclone Chido.
Há mais de 40 mil habitações destruídas e dezenas de milhar de pessoas que perderam tudo.
O balanço de vítimas mortais não para de aumentar à medida que se escava por entre os escombros e a lama.
Cabo Delgado, Nampula e Niassa são as zonas mais afetadas e onde se registam os danos mais graves.
Segundo os dados oficiais do Governo moçambicano, além das casas, o temporal destruiu também 48 hospitais, 150 escolas, dezenas de postes de distribuição de eletricidade e sistemas de água.
O ciclone tropical, que se formou no início de dezembro, no sudoeste do oceano indico, atingiu a costa norte de Moçambique no passado domingo, com ventos que rondaram os 260 quilómetros por hora e chuvas torrenciais.
