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O que já se sabe sobre o início do novo ano letivo

JOSÉ COELHO / LUSA

Aulas vão começar mais cedo e acabar mais tarde e os intervalos vão ser mais curtos.

Os diretores das escolas públicas querem o Governo trate a Educação da mesma forma que trata a Saúde e dizem que é preciso contratar mais funcionários para o próximo ano letivo.

A contratação de 600 assitentes operacionais é encarada pelos directores das escolas com um primeiro passo no caminho certo, mas ainda assim insuficiente, tendo em vista os desafios que o novo ano letivo apresenta.

Os novo planos de funcionamento dos estabelcimentos de ensino contemplam intervalos mais curtos e cantinas com serviço de take-away. As aulas vão começar mais cedo e acabar mais tarde.

Todas as escolas vão começar com ensino presencial, sendo que a qualquer momento poderão passar para um modelo de ensino misto ou à distância.

Algumas normas, como a definição de circuitos de circulação dentro das escolas, o uso obrigatório de máscaras ou a higienização dos espaços, serão regras para todos, mas existem soluções adaptadas às características de cada escola.

Além disso, alguns estabelecimentos de ensino vão encurtar os intervalos, passando a ter pausas de apenas cinco minutos entre as aulas, sendo o intervalo maior de dez minutos.

Estas duas medidas permitem dividir as turmas em turnos. Uns passam a ter aulas apenas de manhã e outros à tarde, uma solução que será mais aplicada mais a partir do 7.º ano de escolaridade.

COLOCADOS MAIS DE 28 MIL PROFESSORES NO PRÓXIMO ANO LETIVO

Pela primeira vez, a colocação de professores foi divulgada na primeira quinzena de agosto. Mais de 15 mil vão continuar a dar aulas na escola onde já se encontravam. Os que foram colocados nesta fase têm até terça-feira para aceitar a colocação e até quarta-feira para se dirigirem às respetivas escolas.