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Caso SEF. Marcelo quer saber "rapidamente" se foi um ato isolado

O Presidente da República defende que é preciso saber se é um caso isolado ou "uma forma de funcionamento do SEF".

Marcelo Rebelo de Sousa quer saber se a morte do cidadão ucraniano, que ocorreu em março, é um caso isolado ou se faz parte do sistema de funcionamento do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF). O Presidente da República anunciou ainda que concorda com a decisão de atribuir uma indemnização à família da vítima.

“Se é isolado, em que há responsáveis, eventualmente considerados como tal no fim do processo, é uma coisa. Se isto é uma forma de funcionamento do SEF, é outra coisa. E é muitíssimo mais grave. Isso tem de ser apurado rapidamente”, afirma o Presidente da República.

Para Marcelo, se o problema for do próprio SEF, e se a instituição “globalmente não funciona”, esta terá de ser reformulada. O Presidente considera que o processo de reformulação não pode ser feito com os elementos que estão atualmente à frente dela.

Os vários partidos consideram que o que foi feito não chega e chegam mesmo a pedir a demissão do ministro Eduardo Cabrita. As críticas e a pressão vem de todos os lados, incluindo do PS.

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