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João Loureiro ficou em liberdade e prepara o regresso a Portugal

À SIC garantiu que a viagem ao Brasil foi a convite de uma empresa que o queria contratar como consultor.

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João Loureiro ficou em liberdade e está a preparar o regresso a Portugal depois de ter prestado declarações à polícia federal brasileira enquanto testemunha.

A justiça ficou com mensagens e fotografias do telemóvel do antigo presidente do Boavista.

Ex-presidente do Boavista garante que não embarcou no avião carregado com 500 quilos de cocaína, porque desconfiou dos sucessivos adiamentos.

O voo de regresso acabou por ficar marcado para dia 9, mas nesse dia nenhum dos cinco passageiros previstos apareceu à hora do embarque. Entre eles, constava João Loureiro, o espanhol Mansur Herédia, Hugo Cajuda e Bruno Carvalho Santos, dois empresários de futebol e ainda Paulo Saturnino Cunha administrador de uma companhia vitivinícola no Ribatejo.

Documentos a que a SIC teve acesso mostram que a companhia que fretou o aparelho é a Lopes e Ferreira, assessoria Limitada, uma microempresa com sede numa sala de um modesto edifício no Bairro Vila Prado, em São Paulo.