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Luís Filipe Vieira e a justiça: os outros casos associados ao presidente do Benfica

Vieira é associado a vários processos, dois dos quais foi constituído arguido: Operação Lex e Operação Saco Azul.

Luís Filipe Vieira é presidente do Benfica desde 2003 e, ao longo destes anos, tem vindo a ser associado a vários processos, dois dos quais foi constituído arguido: Operação Lex e Operação Saco Azul.

Em 2015, uma denúncia do presidente do Sporting da altura, Bruno de Carvalho, deu origem ao caso dos Vouchers, um processo que investiga ofertas a árbitros antes dos jogos.

O processo desportivo foi arquivado, mas na Justiça foi anexado ao caso dos e-mails, a partir de 2017. A divulgação do conteúdo de e-mails do Benfica, por parte do FC Porto, no Porto Canal, levantou suspeitas de alegados crimes de tráfico de influência, corrupção passiva e ativa por parte do clube da luz. Neste mega processo está também o caso Mala Ciao. Desde 2016 que a Polícia Judiciária e o Ministério Público investigam um alegado aliciamento de jogadores do Marítimo por um elemento próximo do Benfica antes de um jogo entre as duas equipas.

Em 2018, nasceu a Operação E-toupeira, na qual foi investigado o acesso indevido a processos-crime nos quais o Benfica está envolvido. A SAD do Benfica foi acusada, mas acabou ilibada depois da decisão instrutória. Já Paulo Gonçalves, ex-assessor jurídico do clube, e o funcionário judicial José Silva vão a julgamento.

A título pessoal, Luís Filipe Vieira foi arguido no processo BPN.

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