País

"É insuportável, não conseguimos": os protestos contra aumento do preço dos combustíveis

Protestos foram marcados nas redes sociais.

Esta quinta-feira foi dia de protestos contra o preço dos combustíveis em vários pontos do país. Em Lisboa, cerca de 200 pessoas juntaram-se ao final da tarde contra os sucessivos aumentos.

Em Lisboa, os que se reuniam no Saldanha para fazer barulho, juntavam-se ainda os condutores que àquela hora passavam. Seguiram em direção ao Rossio, pela Avenida da Liberdade. Dizem que os cerca de 40 aumentos no preço do combustível só este ano são um roubo.

Em Almada, grande parte dos condutores aderiram ao protesto no acesso à Ponte 25 de abril. A organização promete outras formas de luta, se o Governo não responder em breve ao sucessivo aumento dos preços.

"Não chega atenuar. As medidas têm de ser impactantes e estruturais que alterem isto de uma vez por todas. Não pode ser com estes valores que a população pode viver. Estão a roubar-nos a já pouca qualidade de vida. Recuar 1,50€ a gasolina e 1,30€ o gasóleo já é uma forma de recomeçarmos a recuperar e podermos respirar com algum folgo", disse Aristides Teixeira, presidente da Associação Democrática de Utentes da Ponte 25 de Abril.

Por falta de autorização, o protesto na 25 de abril chegou a ser interrompido pela PSP.

No Porto, o protesto teve menos expressão. Cerca de uma centena de pessoas marcaram presença na marcha entre os Aliados e a Areosa.

Mais a Norte, camiões e tratores juntaram-se em marcha lenta. Bastaram 20 viaturas para bloquear um dos acessos a Vila Real.

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