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Chuva no nordeste transmontano abre janela de esperança à agricultura e pecuária

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A precipitação dos últimos dias não foi suficiente para compensar os vários meses de seca.

A chuva que caiu nos últimos dias, está longe de compensar a longa seca de vários meses. No nordeste transmontano, a precipitação mas está a dar uma pequena ajuda à agricultura.

As reservas no solo continuam esgotadas à espera de um outono e inverno chuvosos. A chuva que caiu nos últimos quatro dias, em Trás-os-Montes, já começa a reanimar a natureza e a animar os agricultores. Os vários meses de seca foram penosos para a atividade agrícola e atrasaram algumas culturas.

Também para a pecuária, que foi o setor mais afetado pela seca, abre-se agora uma janela de esperança. Embora os pastos ainda não estejam verdes, há pequenos espaços mais húmidos que conservaram algum alimento.

A natureza começa a recuperar à superfície, mas ainda é necessária muita chuva durante o outono e o inverno para repor as reservas de água no solo, devolver a água aos rios que secaram e repor os níveis das albufeiras. As perspetivas não são muito animadoras, pelo menos até ao final do mês.

De acordo com as previsões, o início do outono será sem chuva e as temperaturas vão voltar a subir para valores ligeiramente acima do normal.

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