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Tráfico humano no Alentejo: procuradora diz que investigação não vai ficar por aqui

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A investigação ao esquema de exploração de seres humanos teve início este ano.

A operação de desmantelamento da alegada rede de tráfico humano ainda não está terminada. A procuradora do processo disse este sábado em tribunal que, no âmbito desta investigação, haverá mais detenções e diligências.

Na quarta-feira, dia em que foi desmantelada a alegada rede de tráfico humano, três homens dos muitos imigrantes que estavam a ser assistidos em Beja acabaram por ir parar às urgências do hospital da cidade. Um argelino de 27 anos e dois marroquinos de 18 e 28 anos tiveram alta na mesma tarde.

Muitas das vítimas trabalhavam na apanha da azeitona e nas vinhas. Estariam na mão de intermediários, pessoas que angariam mão de obra agrícola e que, por vezes, ficam com os documentos dos imigrantes, pagam menos do que prometem e chantageiam com as famílias que ficaram na terra natal.

A investigação ao esquema de exploração de seres humanos teve início este ano e segundo a procuradora do inquérito não vai ficar por aqui. Além dos 35 homens e mulheres detidos, deverão ocorrer mais detenções e diligências.

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