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"Pais vinham vê-lo, porque ele estava sozinho, e ele não abria a porta": vizinhos recordam passado de Cláudio Valente

Os vizinhos recordam-no com sentimentos contraditórios, lembrando que era querido e dava aulas como assistente, mas também tinha problemas de relacionamento. O suspeito de homicídios nos Estados Unidos, filho único, vendeu a casa sem avisar os pais, causando grande desgosto à mãe.

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Natural do Entrocamento, Cláudio Valente viveu em Lisboa quando era estudante do Instituto Superior Técnico. Há vizinhos que ainda se lembram dele.

Era no segundo andar deste prédio, no bairro dos Olivais, que Cláudio Valente viveu antes de ir para os Estados Unidos.

"Os pais dele são do Entrocamento e o Cláudio era aqui muito querido. Já dava de assistente com outro professor", conta uma vizinha.

Não são todas iguais as memórias que os vizinhos guardam do rapaz do Entrocamento que veio para aqui morar.

Os problemas de relacionamento não eram apenas com a vizinhança.

"Os pais vinham à procura dele. Ele depois vendeu a casa e os pais não souberam. Foi um desgosto para a mãe."

Cláudio Valente era filho único.

Cláudio Valente será responsável pela morte de Nuno Loureiro, também português e professor no MIT, em Brookline. Suspeita-se que seja também autor dos disparos na Universidade Brown que mataram duas pessoas.

Sábado, 13 de dezembro, 16 horas e seis minutos. A polícia de Providence recebe a indicação de que existe um atirador num edifício da Universidade de Brown.

A cronologia dos crimes cometidos por um português que chocaram os Estados Unidos