País

Falta de comunicações dificulta acesso aos centros de ajuda no distrito de Leiria

Uma semana após a tempestade que afetou, entre outras localidades, Pombal e Marinha Grande, centros de apoio distribuem materiais essenciais como lonas e telhas para ajudar a população a reparar os danos nas habitações, mas a falta de rede de comunicações dificulta a divulgação destes centros de ajuda.

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Uma semana depois da tempestade, há uma impressionante onda de ajuda e solidariedade. Na Marinha Grande e Pombal, por exemplo, foram criados centros de apoio com bens essenciais e materiais de construção, mas muitas pessoas só agora descobrem estes locais porque não tem havido comunicações. 

O momento é, de novo, alívio quando chegam mais lonas ao pavilhão das atividades económicas e desportivas de Pombal. 

Numa das zonas mais afetada pela tempestade, há praticamente uma semana que não há rede. 

É o passa a palavra que garante que quem vive isolado começa a perceber onde pode encontrar ajuda. 

Os bens essenciais passaram a ser lonas e telhas para remediar os estragos ou, pelo menos, evitar que continue a chover dentro de casa. 

A recolha está organizada por filas e senhas. De um lado quem precisa de lonas e do outro quem procura telhas, mas nem sempre é possível chegar a todos. 

E encontrar telhas iguais é uma tarefa mais difícil.  

Antes da outra tempestade que se adivinha, continua a ser uma corrida contra o tempo. 

Ainda sem nada, longe do regresso à normalidade, os remendos vão servindo para continuar a viver.