O ministro da Presidência garantiu esta quinta-feira em entrevista à SIC Notícias que “foi feito o que deveria ter sido feito” na resposta à depressão Kristin.
António Leitão Amaro explicou que as forças de emergência estiveram, logo desde segunda-feira, em prontidão máxima, e que a declaração de estado de calamidade não teria acrescentado “nada” às respostas que foram dadas.
“As pessoas que fiquem tranquilas. O sistema da Proteção Civil, o comando, a direção política, mulheres e homens que foram para o terreno, foram no momento certo. Isto é, [foram] logo.”
Questionado sobre as críticas de alguns autarcas, que disseram sentir-se abandonados, Leitão Amaro admite que não foi possível “chegar a todo o sítio a toda a hora”, sobretudo devido aos constrangimentos no terreno.
O Governo anunciou que o decreto de situação de calamidade abrange o período entre as 00:00 de quarta-feira até às 23:59 de dia 1 de fevereiro e cerca de 60 municípios, número que pode aumentar. O anúncio foi feito pelo ministro da Presidência, António Leitão Amaro, na conferência de imprensa após a reunião semanal do Conselho de Ministros.
