Como sabem, o genérico é assinado por Márcia e conta com a colaboração de Tomara. Os retratos são da autoria de José Fernandes. E a sonoplastia deste podcast é de João Ribeiro.
António Costa Silva (parte 2): “Fui preso político e submetido a torturas colossais em Luanda. O objetivo era acordar vivo e resistir”
Nesta segunda parte do podcast “A Beleza das Pequenas Coisas”, o antigo ministro da Economia, António Costa Silva, fala de como o seu último romance “Desconseguiram Angola” é um grito de revolta e uma denúncia dos horrores da guerra, em todas as latitudes e geografias. Depois deixa críticas ao poder angolano e dá conta de como os sonhos roubados na sua juventude podem ser resgatados. E ainda fala de como conheceu o amor da sua vida, a Luísa, partilha músicas e sugestões culturais, revela o que anda a escrever e lê um excerto do livro de ficção científica “Fahrenheit 451”, de Ray Bradbury. E mostra-nos como a literatura é, por vezes, um oráculo sobre os tempos distópicos que vivemos. Boas escutas!
José Fonseca Fernandes
Episódios
Especial ao vivo Podfest 2026 com Daniel Sampaio e Gabriela Moita: “Os casais estão obcecados com a verdade. Mas não é bom partilhar tudo” Maro (parte 2): “É no palco onde me sinto mais vulnerável. Porque é um momento de grande exposição minha” Maro (parte 1): “Achei que ficaria em último no Festival da Canção. A forma como abraçaram o meu tema ajudou-me no luto do meu avô” Marina Mota (parte 2): “A minha filha foi feita com muito amor num camarim, do ABC, entre duas sessões de espetáculo” Marina Mota: “Estamos a acordar tarde para o mal que as redes sociais fazem nos jovens. Quando são mal aproveitadas, são armas de ódio” António de Castro Caeiro (parte 2): “Quando Trump fala, sabemos que as coisas inomináveis que diz podem acontecer. Mete medo” António de Castro Caeiro (parte 1): “Os políticos dizem o que quer que seja e o contrário por falta absoluta de vergonha e pudor” Catarina Oliveira (parte 2): “Sou sempre um corpo político. Mesmo enquanto mulher grávida ou mãe em cima de uma cadeira de rodas” Catarina Oliveira: “Desde que me sentei numa cadeira de rodas tive de endurecer e falar uns decibéis mais altos para ser levada a sério” Gisela João (parte 2): “Não haverá uma única mulher que nunca se tenha sentido louca. Fazem-nos sentir assim”
