Consulta Aberta em Podcast

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“Estava no 1º ano de medicina quando o meu pai adoeceu. Não havia cuidados paliativos na Madeira. Hoje, dou aos meus doentes o que não tive”

Muitos ainda associam os cuidados paliativos a um lugar pesado, reservado ao fim e à ausência de esperança, mas a realidade pode ser outra. Esta semana, o médico João Paulo Correia explica como estes cuidados também são um espaço de presença, escuta e qualidade de vida. “Eu estava no 1º ano de medicina quando o meu pai recebeu um diagnóstico terminal. Na altura, nem sabia o que eram cuidados paliativos. Não existiam na Madeira. Hoje, tento dar aos meus doentes aquilo que eu não tive”, recorda. Ouça o novo episódio do podcast ‘Consulta Aberta’

Matilde Fieschi

O dicionário diz que o paliativo serve para aliviar ou atenuar o sofrimento. Acrescenta que não resolve, “atenua” ou “adia” um problema. Mas o que são afinal os cuidados paliativos, para que servem e qual é a realidade atual em Portugal?

Matilde Fieschi

Para nos falar sobre isto, temos connosco João Paulo Correia, médico especialista em medicina interna. “Perguntam-me muito: ‘Como é que trabalhas num sítio tão pesado?’. Mas é exatamente o oposto, vejo muita esperança nos cuidados paliativos”, partilha em conversa com a médica de família Margarida Graça Santos.

Ouça aqui o novo episódio do podcast Consulta Aberta.

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