- “Um dia cheguei a casa e disse vou trocar o futebol pelo hóquei e a minha mãe disse: 'tu és maluco'”
- Margarida Vila-Nova: “Quero que os meus filhos tenham admiração não só pela mãe, mas também por todas as mulheres”
- “Tive uma educação rígida e não é mau. Uma coisa rija não parte. É algo bom da nossa geração, esta rigidez criou pessoas sólidas”
- “Sempre que ia ao Estádio da Luz, passava o jogo a ser assobiado pelos adeptos. Erravam, porque ainda me davam mais força para jogar”
- “A minha mãe entrava às 4 da manhã na Praça da Ribeira, trabalhava a limpar casas. Tinha três trabalhos e só a víamos à noite”
- “O meu pai é angolano, nasceu português. Voltaram sem nada e conseguiram construir alguma coisa que lhes permitiu dar-me aulas de música”
- “Senti aquele buraco da depressão pela primeira vez quando voltei da Índia, senti falta daquela excitação permanente”
- “O que fica nas nossas vidas não são os prémios nem as listas de Excel. São as relações, é a senhora de Barcelos a quem comprava os galos”
- “A medicina intensiva é uma coisa de país rico, onde eu fiz missões as pessoas que precisam de cuidados intensivos morrem”
- “Já aconteceu precisar de ir para o palco porque ouvi uma notícia horrorosa e preciso de cantar. Cantar para não chorar”
- Rui Pereira: “A minha inspiração é mesmo o Alto Minho, somos riquíssimos em termos de ingredientes para fazer bebidas e cocktails”
- “Quando tens um cliente que se senta ao balcão e precisa de falar, só tens de ouvir. És um psicólogo que está de coração aberto”