Por todo o país, muitas farmácias continuam sem stock de vacina da gripe para quem, mesmo tendo receita médica, não pertence aos grupos prioritários. É o caso da farmácia Figueirinha, em Oeiras.
Paula Coelho, farmacêutica adjunta, explica que neste momento não têm “disponíveis as vacinas do contingente privado, portanto, para fornecer às pessoas, isto porque os nossos armazenistas não têm disponíveis, portanto, neste momento não sabemos se vamos ter e quando é que vamos ter essas vacinas disponíveis”.
No início do mês, a Associação Nacional de Farmácias admitiu dificuldades na vacinação contra a gripe para pessoas que não integrem os grupos elegíveis. Um problema que, para já, não está a afetar os grupos prioritários.
“Neste momento, para as pessoas entre os 60 e os 84 anos, em que não precisam de receita médica e podem dirigir-se á farmácia, nesse caso não temos tido qualquer tipo de problema”, explica Paula Coelho, farmacêutica adjunta
A ministra da Saúde, Ana Paul Martins, tem apelado à vacinação em particular aos grupos de risco numa altura em que se vive uma epidemia da gripe.
Segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS), a procura das urgências hospitalares, do SNS 24 e do INEM aumentou na semana passada, impulsionada pelo aumento de casos de gripe e infeções respiratórias, que atingiram níveis superiores aos de épocas anteriores.
