Coronavírus

ARS do Alentejo diz que auditoria ao lar de Reguengos de Monsaraz é "obscura" e "enganosa"

Em causa o relatório da Ordem dos Médicos sobre o surto no lar de Reguengos de Monsaraz.

Especial Coronavírus

A Administração Regional de Saúde adjetiva como obscura, tendiciosa e enganosa a auditoria da Ordem dos Médicos às mortes no lar de Reguengos de Monsaraz.

A ARS considera ainda que a auditoria da Ordem tem "como objetivo descredibilizar um trabalho árduo e rigoroso dos profissionais de saúde" e que foi feita por uma médica cuja "atuação viola o princípio da imparcialidade e da isenção" porque pertence ao centro de saúde dos médicos que se recusaram a trabalhar no lar de Reguengos de Monsaraz.

O documento revela que o delegado de saúde local é um médico com 70 anos que, por pertencer a um grupo de risco, não visitou o lar onde morreram 18 pessoas.