Marcelo Rebelo de Sousa voltou a terminar a campanha em Celorico de Bastos, como fez há cinco anos. Aqui, deixou um apelo ao voto, mesmo que seja noutro candidato, para evitar uma segunda volta e permitir que, a partir de domingo, o país se concentre apenas no combate à pandemia.
Sozinho, como quando se apresentou ao desafio presidencial, foi em nome das vítimas da pandemia que deixou o apelo ao voto para o dia 24 de janeiro.
Aproveitou o dia para visitar e relembrar o passado: foi em Celorico da Beira, terra da avó Joaquina, onde Marcelo foi autarca. E entre as memórias guardadas num museu, o Chefe de Estado admitiu ainda que é dele a responsabilidade – para o bem e para o mal – do que tem acontecido no país.
E, desta forma “terminaram os discursos de campanha”. Um discurso que foi planeado como sendo o último da carreira política e que fica marcado pelo receio da abstenção.
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